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História de Imaginarium

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1 História de Imaginarium em Dom Nov 23, 2014 12:02 am

Mestre

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Fundador
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Epílogo - A Era da Destruição

Imaginarium é o resultado da junção entre o Mundo dos Homens e o Mundo Mágico. Por muitos milênios as duas realidades andaram em perfeita harmonia, até um acontecimento que modificou os anais da História e provocou uma ruptura temporal entre as duas dimensões.

Os Anunnakis viveram por milhares de anos em seu planeta de origem, e com o passar do tempo a devastação do planeta foi crescendo a ponto de não ter mais ar respirável, vegetação ou qualquer vida animal. A temperatura oscilava tanto que em minutos um lugar castigado pela luz solar se tornava completo gelo, e a população foi morrendo de milhões. O governo declarou Calamidade Mundial e organizou uma retirada emergencial do planeta. Próxima parada: Terra. O Mundo dos Homens era perfeito para a raça, já que os humanos tinham a vida animal e o ar respirável semelhante ao do planeta dos extraterrestres. Cerca de 150 Anunnakis sobreviventes vinham distribuídos em cinco naves, e assim que receberam a aprovação do Governo Humano adentraram á Orbita Terrestre.

Por segundos os cinco motores de alta tecnologia Anunnaki desligaram e os instrumentos de comunicação soltaram um chiado horrível. A capitã da frota extraterrestre se preparava para soar os alarmes de Máscara Biohazard por causa da impetuosa queda de oxigênio e avisar da inevitável queda quando tudo voltou ao normal. Passaram a atmosfera terrestre e pousaram em um lugar específico determinado pelo governo dos homens.

Numa floresta onde as árvores eram tão grandes e espaçosas que o sol não via passagem para iluminar e aquecer o solo verde e úmido, um raio caiu e abalou toda a área num raio de dez quilômetros. Não havia nuvens no céu, apenas um firmamento límpido e azul.  No lugar do solo onde o raio descarregou a sua ira piscou um ponto brilhante, como se fossem chamas a queimar, mas quão rápido apareceu, em questões de milésimos de segundos desapareceu, como se nunca estivesse existido.

Daeron, Rei dos Elfos, acordou assustado sentindo uma pontada profunda como espada perfurante em seu coração. Em seu leito de dormir tivera uma visão sobre a destruição de Erador, o reino élfico. Levantou-se rapidamente, e apesar de estar claro como o dia Daeron não enxergava nada. Tempestivamente seguiu para fora de seus aposentos reais e dirigiu-se para o caminho que estava gravado em suas memórias. Adentrou um corredor e logo em seguida uma grande sala oval. Esta sala era gigantesca, não havia móveis a não ser uma mesinha encostada em um canto de uma das paredes. Além da mesinha tinham apenas oito archotes dois perto de cada parede para iluminar as escritas em letra douradas que preenchiam a maior parte das paredes brancas. O elfo instintivamente pegou um grande tinteiro da mesinha e se aproximou de um lado vazio da parede, em transe. Daeron ainda não enxergava nada, mas incrivelmente os seus dedos deslizavam desenhando palavras sobre a parede fria de pedra em uma língua desconhecida:


O Mundo dos Homens em breve irá colapsar, e Erador será dizimada. Todos os reinos serão destruídos. Abaixou as mãos e como despertado a sua visão retornou. Lendo aqueles dizeres o horror subiu em sua face.

Passado quarenta anos aquele ponto brilhante no solo úmido e verde da Floresta se tornara uma fenda que agora não desaparecia, pelo contrário, crescia cada vez mais. Em alguns longos momentos podiam-se escutar barulhos e falas em linguagens estranhas, como se as frequências do que quer que tivesse do outro lado entrassem em harmonia com as frequências do Mundo dos Humanos. Chegou um dia em que alguém passou o braço por aquela fenda e retirou rapidamente. Mesmo de relance viu-se um braço de cor cinza, todo musculoso e malcheiroso. Até certo tempo nada ocorreu, mas lentamente alguém novamente tentou mexer naquela fenda esquisita. Línguas esquisitas pareciam mais frequentemente, e então além de um braço veio uma perna, uma cabeça, o corpo inteiro. Aquela criatura asquerosa pisou temerosamente no gramado úmido e aproximou-se de uma árvore. Com um ímpeto desferiu um golpe de machado no tronco retorcido. Deu uma risada cruel e então voltou para a fenda, e desapareceu dentro dela, mas deixando um rastro do mau cheiro impregnado no ar puro.


- Aconteceu. I Andrann nëd Manadh herio! – Daeron olhava para as estrelas, debruçado sobre o parapeito de pedra feito artesanalmente. Havia predito que aquele dia chegaria, e já estava preparado. Um conclave seria feito com todos os líderes de Imaginarium, para decidir o futuro do Mundo dos Homens e de Erador.

Não era apenas em Erador que o caos que beirava os dois mundos era sentido. Habitavam no mundo humano, embora apenas em segredo, outras criaturas estas das mais diversas espécies. Tinham aqueles que eram os chamados filhos das luzes, que usavam dos seus poderes especiais para ajudar a humanidade. Mas também tinha os filhos da noite, ou criaturas das trevas, que não se importavam nenhum pouco com o que estava acontecendo a sua volta. Apenas pensavam em sua própria espécie e para eles os humanos apenas era o lixo do mundo.

Os deuses também haviam previsto o caos que estava prestes a acontecer, por isso, há muitos milênios o exército celestial passou a andar por entre os humanos. Estes eram os anjos, criaturas magníficas, capazes de espalhar a paz e o amor por todo o mundo. Claro que ao longo dos anos, muitos destes desviaram-se de seu caminho, sendo tentados pelos prazeres da Terra. Estes eram os Anjos Caídos. No mundo dos homens também viviam os Bruxos, seres humanos com poderes espetaculares e assombrosos. Era o que poderíamos chamar do povo neutro, pois assim como havia os bruxos que andavam no caminho da luz, também tinha aqueles que andavam pelo caminho das trevas. Porém, os que mais causavam terror e sempre vivam aterrorizando as comunidades humanas e criando guerras contra as outras raças, eram os Vampiros e Lobisomens, os chamados filhos da noite. Onde não se sabiam onde começava a humanidade ou a crueldade.

Porém, naquela mesma noite que os novos habitantes de nosso planeta, os Anunnakis chegaram ao planeta o equilíbrio foi perdido. As explosões causadas pelas naves das criaturas espaciais fizeram com que o Mundo normal e o Mundo mágico colidissem, criando um pequeno portal entre eles, este que foi crescendo ao longo dos anos, sendo então descoberto por criaturas tenebrosas. Porém, não foi o único portal a se abrir, pois os portões do inferno também se abriram, trazendo os demônios mais perversos para a superfície terrestre. Não demorou para que demônios e as criaturas das trevas do Mundo Mágico se encontrassem e uma aliança negra fosse formada. Ambos os mundos estavam em perigo.

Com os mundos a beira de um abismo, não demorou para que a natureza “surtasse”. Logo catástrofes naturais passaram a tomar conta dos dois lados, causando pavor, terror e destruição.

Daeron, Rei dos Elfos e um homem sábio, logo percebeu que alguma cosia deveria ser feita. Então, mensageiros foram enviados para os líderes de cada uma das raças que habitavam os dois lados. As notícias não eram boas e os até então inimigos teriam que deixar suas rixas de lados e unirem-se em mais uma nova aliança. Era isso, ou os reinos e a Terra desapareceriam em pouco tempo. Demônios e Trolls haviam se unido e preparavam-se para tomar conta dos dois mundos, criando assim a Era da Destruição, a qual foi profetizada pelos sábios do passado.

O Conclave aconteceu na Floresta das Sombras, em uma noite de lua cheia. Daeron não estava muito confiante dos resultados, muito menos de sua segurança. Os melhores homens da sua guarda foram convocados para protegê-lo. Mas, o velho elfo não estava preparado para o que encontraria naquela noite escura, onde o vento soprava uma canção melancólica. Era um presságio dos dias de terrores que estavam por vim?

Em certo momento do céu veio uma forte luz, esta obrigando o homem a cobrir seus olhos para que não ficasse cego. Um homem de vestes brancas e asas tão belas como as gigantescas águias de Erador surgiu na presença de Daeron. Era Zabkiel, o Arcanjo. Assim como Daeron, sabia do perigo eminente e por isso desceu dos céus exclusivamente para guiar os outros anjos nesta batalha. Do alto também veio um segundo homem, este, entretanto, não tendo asas brancas e muito menos uma aparência angelical. Era Beliel, o rei do inferno, e embora o mesmo tenha se rebelado contra Lúcifer e juntos com seus irmãos foram banidos para a Terra, onde passaram a viver nas sombras, também era conhecedor da profecia.

Também estavam presentes Aimée Fontaine, a filha da capitã da frota Anunnaki que chegou á Terra, sua mãe havia morrido e ela se tornou a líder dos extraterrestres. Das sombras surgiram três criaturas, um deles um tanto que elegante, seus olhos emanando a sua sede de poder e emanando um mistério sombrio. Para Daeron era o mesmo que ver a personificação do mal, mas era apenas o líder dos vampiros, Ryan Connor, que por sua vez estava acompanhado de Dominik Fenris, o jovem chefe dos lobisomens e Faye Chamberlain, a rainha dos Bruxos. Acompanhado pelos guardas de Daeron estava Hans Von Kroussi, o filho dos homens, o mais fraco entre os reunidos, ou pelo menos era o que Daeron achava.

Com exceção de Hans, todos os outros haviam pressentido a presença de outras criaturas no mundo Humano. Sabiam que aquilo não era nada bom. Os anjos pregavam que Lúcifer marchava com seu exército de demônios e que uma batalha estava prestes a explodir. Beliel sabia que a presença do seu antigo irmão naquele mundo era uma resposta tardia a sua rebelião e que certamente ele queria a sua cabeça e dos outros anjos caídos. Ryan sabia que aquilo era o retorno do seu passado, porém sabia ainda mais como aquelas criaturas poderiam ser cruéis. Faye, a rainha bruxa também havia previsto nas estrelas que os dias de caos iriam surgir, por isso há muito preparava o seu povo para as terríveis batalhas que estavam prestes a acontecer, e o mesmo ocorria com Dominik, o simpático e excêntrico líder dos lobisomens. Só que Daeron estava a um passo à frente de todos aqueles líderes. Seus “espiões” já haviam relatado o movimento das criaturas malignas de Erador - o rei dos Trolls preparava-se para a guerra e ao que parecia tinha se unido com os Espectros da Morte, criaturas tenebrosas, que se alimentam da alma das outras criaturas – E pior do que essa união era saber que o lado negro estava ainda mais adiantado do que aqueles presentes na floresta. Não existia mais criatura maligna de um lado e de outro, pois elas haviam se unido e agora eram uma legião.

Não fora uma conversa muito fácil, mas aos poucos Daeron se fez entender. Era o início de uma nova era e para tempos difíceis era preciso que cada um recuasse um pouco e abrissem mão de alguma coisa. Foi preciso criar algumas regras, afinal, eles teriam que conviver juntos daquela noite em diante. No fim se tinha um tratado escrito e assinado por cada raça ali presente, onde dizia o dever de cada um e as suas obrigações com aquela aliança. Naquela noite, inimigos tornaram-se aliados e juntos formaram a Aliança Imaginarium, a última esperança do mundo. As trevas tinham que ser detidas...
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Tradução da frase Sindarin: A Era da Destruição começou!


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